domingo, 17 de fevereiro de 2008

Ontem fui ao Coliseu


Ontem fui ao Colisei ouvir a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo. O Maestro era Yuri Temirkanov e a Pianista - espectacular - Elisso Virsaladze. Tocaram de Tchaikovsky o Concerto para piano e orquestra n.º 1 em si bemol menor, op. 23 e a suite do Lago dos Cisnes. Foi um serão fantástico que me recordou as idas com o meu pai aos concertos, quando ainda era garotinha.

Percebi que definitivamente há actividades que me são absolutamente necessárias - música, cinema, leitura e viagens, seguindo-se as artes plásticas, o teatro e a dança. São dois planos na minha vida essenciais, e agora que me vou reformar vou pôr em prática tudo aquilo que me apetece fazer.

Já agora vou colocar na rota das minhas viagens o Kosovo que é a partir de hoje um país independente.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

A não perder

Depois de regressar do Iraque, Mike Deerfield (Jonathan Tucker) desaparece e é considerado desertor. Quando Hank (Tommy Lee Jones, num surpreendente desempenho), um veterano, e a sua mulher Joan (Susan Sarandon) recebem o telefonema com a trágica notícia do desaparecimento do filho, o pai resolve procurá-lo. A detective Emily Sanders (Charlize Theron) ajuda-o na investigação, mas à medida que o mistério se revela e Hank descobre pormenores sobre a missão do filho no Iraque, tudo aquilo em que acreditava é posto em causa. "No Vale de Elah" é realizado por Paul Haggis, o realizador do premiado "Crash" e argumentista de "Million Dollar Baby", "As Bandeiras dos Nossos Pais" e "Cartas de Iwo Jima", de Clint Eastwood.
Jornal Público
Ao ver este filme relacionei-o imediatamente com as notícias perturbadoras que todos os dias nos entram pela nossa casa e por nós próprios.
A guerra, novamente este tema tratado em cinema, mas desta vez é uma guerra que ainda está em cena - a do Iraque - e sobretudo as consequências dela nos protagonistas. Conhecemos nós aqueles que amamos , quando se encontram num cenário de guerra, no qual são obrigados a agir como se fossem robots programados para as mais horríveis atrocidades, na busca sem limites da sobrevivência? Serão aqueles os nossos filhos a quem ensinámos outras coisas que não a violência e sobretudo o respeito pelo próximo?
Retomo novamente a questão. Quanto vale um corpo hoje? Como podem soldados vindos do Iraque matar um camarada de armas? Por nada, nada....somente a herança deixada pelo terror e pela sobrevivência, em que corpos, casas, mesas ou viaturas se detonam quando esbarram no seus caminhos. Um corpo é destruído e comprado neste século num abrir e fechar de olhos. Nós somos os novos homens das cavernas.
A interpretação do protagonista é de uma intensidade que prepassa para o espectador. A não perder este filme que por mim é um sério candidato ao Óscar deste ano. E este realizador e argumentista que já coloquei nos meus favoritos é um nome a fixar: Paul Haggis.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Obrigada e já agora leia esta: a oeste nada de novo.


Mundo: Atirador mata cinco alunos numa universidade norte-americana e suicida-se em seguida
15.02.2008
Fonte: Reuters
Um homem armado matou cinco alunos de uma universidade do Illinois e suicidou-se em seguida. O ataque ocorreu dentro de uma sala de aula. Para além das vítimas mortais há também a registar 21 feridos, dois dos quais estão em estado crítico.

Guerra, guerra, sangue, ódio e tudo o mais por acréscimo.


Estou farta deste mundo de guerra, morte e ódio. Todos os dias as notícias dão-nos informação deste mundo agonizante.



Mundo: Confrontos em Darfur provocam fuga da população
14.02.2008
Fonte: Reuters
Os confrontos armados entre as tropas sudanesas e os rebeldes do Movimento para a Justiça e Igualdade registados na zona ocidental de Darfur, principalmente na cidade de Sirba, provocaram a fuga de milhares de pessoas. A população fala em homens mortos, raparigas violadas e rapazes raptados.


Zohra Bensemra/Reuters
Para além dos mortos, os deslocados são o espelho da instabilidade em que o Quénia mergulhou
Distúrbios mais graves são em Ainamoi
Quénia: 44 mortos nas últimas 24 horas apesar de acordo de tréguas
02.02.2008 - 16h34 Lusa
Pelo menos 44 pessoas foram mortas no Quénia nas últimas 24 horas, apesar dos partidários do presidente Mwai Kibaki e do opositor Raila Odinga se terem comprometido sexta-feira a pôr termo à vaga de violência inter-étnica.












terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Hoje encontrei no site do Público esta notícia sensacional.

Hoje ao espreitar o site do Público, encontrei esta notícia e um vídeo que podem ver mais abaixo neste blog. É uma paródia anti-McCain, na qual um músico pega num dos discursos do candidato republicano e produz uma canção dedicada a Obama. A não perder.

Vídeo anti-McCain parodia canção dedicada a Obama