terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Série Carcavelos - antigo


Carcavelos - objecto do meu estudo e a relação que se foi conquistando ao longo destes cinco anos com a população. Utilizando a história e a antropologia como metodologia, resultou um livro que vai ser editado no dia 4 de Abril de 2008, na Quinta das Encostas em Carcavelos - Sassueiros, subordinado ao tema «A vinha e o vinho de Carcavelos», nesse mesmo dia vai ser inaugurada a exposição que já esteve no Centro Cultural de Cascais. É uma missão cumprida: uma monografia, um livro pedagógico e um roteiro da exposição. A população está muito contente, já me convidaram para fazer mais dois livros. Estou activa mais do que nunca. A reforma vai ser a minha libertação.

A memória das populações tão importante para o estudo da história local.

Arqueologia subaquática - uma valência a explorar em museus perto do oceano.


Os meus colegas António e Jorge são excelentes mergulhadores. Se consultarem o site do Museu do Mar, no meu blog, verão que a exposição sobre o tema tem tido muito êxito. Procurar a história dos naufrágios, não como tesouros perdidos, mas sim como «segredos» por desvendar na nossa costa é uma obrigação dos museólogos. Quantos barcos, quantos marinheiros, quantas mercadorias jazem no fundo do mar?

Lembro-me de uma lenda que faz parte da memória colectiva dos azeitonenses e setubalenses, a da Senhora da Arrábida, que nasceu de um naufrágio...

Trabalhar nesta área é impedir que os caçadores abusivos dos tesouros marítimos façam especulação pelo mundo fora, vendendo património a coleccionadores ávidos de compras diferentes.

Arqueologia subaquática, SIM. especulação abusiva do património que jaz no fundo do mar, NÃO.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

A não perder


Michael Clayton - uma questão de consciência, com George Clooney é um filme a não perder. É uma saga do nosso século, daquelas que já se vão tornando habituais. O dinheiro e a sobrevivência. A ausência de valores. A insignificância da vida de um ser humano, quando ele se torna um perigo porque decide ser digno. As Máfias.

Eu gosto de filmes que focam um homem do qual nada se espera e de repente, por rebate de consciência ou porque acorda de uma vez por todas para o mundo, torna-se naquele momento um homem diferente. Um herói. Por isso o homem, no sentido mais lato do termo deve ser visto como ele é hoje e não como ele foi outrora. Há sempre uma hipótese...nós damos uns aos outros hipóteses de renascer...não percam o filme.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008