sábado, 19 de novembro de 2011

Viagem a Damão/Baçaim/Bombaim 15ª. 16ª 17ª 18ª partes da viagem
Damão é uma cidade portuária, antigo enclave português até 1961. Situa-se na costa oeste da Índia e é banhada por vários rios. Visitámos as fortalezas da Grande Damão e da Pequena Damão. Vimos também a igreja do Bom Jesus e a casa onde viveu Bocage quase fora de portas. No dia seguinte fomos a Baçaim onde pudemos ver os restos dos Conventos se São Domingos, Stº. António, Stº. Agostinho e a Igreja da Companhia de Jesus. Partimos outra vez para Bombaim, última cidade da nossa visita. A cidade foi oferecida aos britânicos, pelo rei de Portugal como dote da D. Catarina de Bragança, a rainha do chá, que casou com Carlos II de Inglaterra. Fomos visitar as grutas Elefanta - Património da Humanidade, tomámos uma lancha e lá fomos para a Ilha Elefanta e foi lindo, nas grutas vimos Deuses Hindus, Altares, Colunas e muitos Deuses e Deusas. De tarde visitámos Bombaim (Mumbai) onde vimos a porta da Índia, o Museu do Príncipe de Gales e fomos ver o Mani Bhawan a casa em que Gandhi viveu algum tempo e agora é um museu. Foi muito emocionante pela ingenuidade da musealização. Jantámos depois de muitas peripécias com este último guia e no dia seguinte lá fomos nós para Lisboa numa viagem muito longa. As fotografias são muito difíceis de colocar porque são muitas e tenho de fazer várias operações para as escolher. Vou tentar acabar tudo neste fim de semana.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Goa/Colva/Margão/Bombaim 13ª. e 14ª parte

Na velha Goa vimos a Basílica do Bom Jesus classificada como património da humanidade. É uma igreja barroca que contém uma relíquia o corpo de S. Francisco Xavier o santo adorado por todas as religiões da Á sia. A cor é linda e a sé catedral também é maravilhosa e é a maior igreja católica da Ásia dedicada a Santa Catarina da Alexandria. Colva é uma pequena cidade por onde passou Vasco da Gama com uma bela praia e a cidade de Margão é maravilhosa com a sua bela igreja as casas tradicionais feitas pelos portugueses e os jardins muito bem tratados. À noite jantámos numa dessas casas perto de Goa, recebidos pelo dono da casa que falava português, vimos danças tradicionais goesas e ouvimos cantar o fado por uma fadista goesa. Dalo foi a dança popular que nos apresentaram e que é dançada por altura das colheitas e também a Pot, dança da panela que representa a crença de que as colheitas vão ser bem sucedidas. No dia seguinte partimos para Bombaim, com 20 milhões de habitantes, com milhões de carros de tal modo que as vacas são proibidas de circular. É uma cidade da finança e dos negócios nada comparável com o que vimos até então. Parecia que estávamos noutro mundo. As fotos que levam imenso tempo a colocar virão mais tarde.