sexta-feira, 16 de março de 2012

EDP - A pouca vergonha - Assine a petição

A POUCA VERGONHA
Esta empresa nacional, tem vindo a aumentar os milhões que têm de lucro todos os anos, prestam um mau atendimento aos clientes, o país está de tanga, mas os administradores da EDP estão-se borrifando para todos nós e preparam-se para aumentar novamente as tarifas a pagar pelos consumidores... Eles cada vez enchem mais os bolsos e em vez de se preocuparem com a situação grave em que os Portugueses estão mergulhados, não o fazem e querem nos afundar ainda mais, desde que encham cada vez mais os bolsos deles....

1. acabar com o poder monopolista da EDP
2. eles têm de deixar de gozar com os nossos bolsos

Rui Marreiros

quinta-feira, 15 de março de 2012

Veja até ao fim e não se vai arrepender....

Namasté Casa Das Crianças
Sobre Namasté


NÓS TEMOS UM SONHO!

"quando, mas agora
onde, mas aqui
quem, mas eu
como, mas com amor"

... martin luther king

eis o nosso sonho, uma CASA com raízes nas bondades da infância que acarinha a alegria e a fantasia e promove o desenvolvimento harmonioso da criança num ambiente em tudo familiar.

http://www.youtube.com/watch?v=TQRx5H-9blU


creche e jardim de infância familiar com alimentação bio ovo-lacto-vegetariana em plena Lisboa

Informação de contacto.

Site

http://casanamaste.snappages.com/

Quem é o Ministro da Energia em Portugal é o Mexia da EDP, foi no tempo do Sócrates e continua a ser com este Governo.

Henrique Gomes esteve menos de nove meses no Governo. O secretário de Estado defendia que "Estado tem de impor o interesse público ao excessivo poder da EDP" e quis implementar uma das medidas que consta no memorando de entendimento da troika e que passa por renegociar as rendas excessivas da EDP, por via de contratos que e a eléctrica não quer renegociar.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Namasté Casa Das Crianças
Sobre Namasté


NÓS TEMOS UM SONHO!

"quando, mas agora
onde, mas aqui
quem, mas eu
como, mas com amor"

... martin luther king

eis o nosso sonho, uma CASA com raízes nas bondades da infância que acarinha a alegria e a fantasia e promove o desenvolvimento harmonioso da criança num ambiente em tudo familiar.

http://www.youtube.com/watch?v=TQRx5H-9blU


creche e jardim de infância familiar com alimentação bio ovo-lacto-vegetariana em plena Lisboa

Informação de contacto.

Site

http://casanamaste.snappages.com/

Namasté - Casa das Crianças



HONRO O LUGAR EM TI ONDE O UNIVERSO INTEIRO RESIDE

Num tempo em que o mundo todo parece congeminar para nos entristecer, a infância deveria ser aquele paraíso que só reconheceríamos depois de perder. Um lugar mágico, quente e cheio de beijos e colos que se enraízasse de tal modo em nós que, mais tarde, em dias menos felizes, a ele conseguíssemos sempre regressar em busca de alento. Deveria ser um mundo que permanecesse em nós cheio de risos e brincadeiras muito sérias, companheiros e segredos, maravilhas e espantos. Um mundo que habitasse o nosso coração e fosse como um " tratado inesgotável das grandezas do ínfimo" que perdurasse uma vida inteira.

Eis o sonho.DEZ CRIANÇAS ENTRE OS DOIS E OS SEIS ANOS, QUATRO PROFISSIONAIS EM PERMANÊNCIA E UMA CASA CHEIA DE SOL EM PLENA LISBOA, COM PÁTIO E PEQUENO JARDIM... EIS A NOSSA CASA.
UMA CASA COM RAÍZES NAS BONDADES DA INFÂNCIA QUE ACARINHA A ALEGRIA E A FANTASIA E PROMOVE O DESENVOLVIMENTO HARMONIOSO DA CRIANÇA NUM AMBIENTE EM TUDO FAMILIAR numa casa-escola, uma escola-casa onde crescidos e pequenos se juntam em harmonia, uma casa cheia de cheiros de casa mesmo, cheia de sol e risos, uma casa onde a brincadeira é coisa muito séria... e as coisas sérias são mesmo de brincar... INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O NOVO ANO 2011/12.

NAMASTÉ É UMA CASA ONDE O ESPAÇO E O TEMPO SÃO ENRIQUECIDOS PELO AMBIENTE FAMILIAR, PROMOVENDO AS CONDIÇÕES NATURAIS PARA O CRESCIMENTO

AQUI OS OFÍCIOS SÃO DOMÉSTICOS, AS RELAÇÕES SÃO FRATERNAS E A PARTILHA É COMPLETA

AQUI O GRUPO PEQUENO PROTEGE AS CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS DE CADA CRIANÇA E O SENTIDO DE FAMÍLIA PROMOVE A SUA INTEGRAÇÃO HARMONIOSA

"


ALIMENTAÇÃO OVO-LACTO-VEGETARIANA DE ORIGEM BIOLÓGICA

TODAS AS NOSSAS EMENTAS SÃO SEMANAIS E AS REFEIÇÕES SÃO PREPARADAS COM A AJUDA DAS CRIANÇAS








Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota." Madre Teresa de Calcutá

Se acharem por bem, por favor divulguem! Um bem haja ;)

MORADA

Rua Frei Amador Arrais 19
1700-202 Lisboa
(bairro de S. Miguel)

TELEFONE


93 758 99 32


terça-feira, 13 de março de 2012

Que texto fantástico...

BATISTA BASTOS FALA DE CAVACO

A pátria, estarrecida, assistiu, nos últimos dias, à declaração de pobreza

do dr. Cavaco, e aos ecos dessa amarga e pungente confissão.

O gáudio e o apoucamento, a crítica e a repulsa foram as tónicas dominantes

das emoções.


Os blogues, aos milhares, encheram-se de inauditos gozos, e a Imprensa,

grave e incomodada, não deixou de zurzir no pobre homem.

Programas de entretenimento matinal, nas têvês, transformaram o coitado

num lázaro irremissível.

Até houve um peditório, para atenuar as suas preocupações de subsistência,

com donativos entregues no Palácio de Belém.

Porém, se nos detivermos, por pouco que seja, no dr. Cavaco e na sua circunstância

notaremos que ele sempre assim foi: um portuguesinho no Portugalinho.


Lembremo-nos desse cartaz hilariante, aposto em tudo o que era muro ou

parede, e no qual ele aparecia, junto de um grupo de enérgicos

colaboradores, sob o extraordinário estribilho: "Deixem-nos trabalhar!"

Cavaco governava pela primeira vez e os publicitários colocaram-no e aos

outros em mangas de camisa arregaçadas.

Os humoristas de serviço rilharam os dentes, de gozo, mas a época não era

propícia à ironia.

O País tornou-se numa espécie de imagem devolvida do primeiro-ministro:

hirto, um espeque rígido, liso, um carreirinho de gente cabisbaixa.

O respeitinho é muito lindo: essa marca d'água do salazarismo regressava

para um país que perdera a noção do riso, se é que alguma vez o tivera.


Cavaco resulta desse anacronismo que fede a mofo e a servidão.

É um sujeito

de meia-tijela, inculto, ignorante das coisas mais rudimentares,

iletrado e, como todos os iletrados, arrojado nas afirmações momentâneas.

As suas "gaffes" fazem história no anedotário nacional.

É um Américo Tomás tão despropositado, mas tão perigoso como o original.


Manhoso, soube aproveitar o momento vazio, no rescaldo de uma revolução que

também acabou no vazio.

Os rios de dinheiro provindos de Bruxelas, e perdulariamente gastos, durante

os infaustos anos dos seus mandatos, garantiram-lhe um lugar de aplauso nas

consciências desprotegidas dos portugueses.

Este apagamento da verdade está inscrito, infelizmente, numa Imprensa servida

por estipendiados, cuja virtude era terem o cartão do partido.

Ainda hoje essa endemia não foi extirpada.

Repare-se que, fora alguns escassos casos isolados, ainda não foi feita a crítica

aos anos de Cavaco e das suas trágicas consequências políticas, ideológicas,

morais e sociais.

Há uma falta de coragem quase generalizada, creio que explicada pela teia

reticular de cumplicidades, envolvendo poderes claros e ocultos.

A mediocridade da personagem é cada vez mais evidente.

E se, no desempenho das funções de primeiro-ministro, foi sustentado pela falsa

aparência de el dourado, devido aos dinheiros da Europa, generosamente

distribuídos por amigos e prosélitos, como Presidente da República é uma

calamidade afrontosa.

Tornou o lugar desacreditante e desacreditado.

Logo no primeiro dia da sua entrada no palácio de Belém, o ridículo até teve

música.

Um país espavorido assistiu, pelas televisões, sempre zelosas e apressuradas,

àquela cena do dr. Cavaco, mãos dadas com toda a família, a subir a rampa

que conduz ao Pátio dos Bichos, e ao interior do edifício.

Um palácio que não merecia recolher tal inquilino.

Mas ele é mesmo assim:

um portuguesinho no Portugalinho, um inesperadamente afortunado algarvio,

sem história nem grandeza, impelido para o seu peculiar paraíso.

A imagem da subida da ladeira possui algo de ascensão ao Olimpo,

com aquelas figuras muito felizes, impantes, formais, intermináveis.

Mas há nisto um panteísmo marcadamente ingénuo e tolo, muito colado a certa

maneira de ser portuguesinho e pobrezinho: tudo em inho, pequenininho, redondinho.

Cavaco nunca deixou de ser o que era.

Até no sotaque que não perdeu e o leva a falar num idioma desajeitado;

no inábil que é; no piroso corte de cabelo à Cary Grant; no embaraço que sente

quando colocado junto de multidões ou de pessoas que ele entende

serem-lhe "superiores."

Repito: ele não dispõe de um estofo de estadista, e muito menos da condição

exigida a um Presidente da República.

O discurso da sua pobreza resulta de todas essas anomalias de espírito.

Ele tem sido um malefício para o País.

É ressentido, rancoroso, vingativo, possidónio e brunido de mente.

Mas não posso deixar de sentir, por este pobre homem, uma profunda compaixão

e uma excruciante piedade.