Um blogue intimista mas ao mesmo tempo aberto para os outros. Um blogue de reflexão sobre o mundo que me rodeia. Falar sobre este país e estas pessoas, falar de museus, bibliotecas, cinema, literatura, dança, teatro, política e sociedade. Enfim um blogue que desejo vivido.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Fui no fim de semana à princesa do Alentejo....
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Hoje fui ver uma bela exposição...

'Estes quadros são únicos e ficam aqui como nunca os vi. Este museu foi feito para ele. [A exposição] não podia estar melhor, nem nunca estará', avaliou Paula Rego numa entrevista à agência Lusa pouco antes de uma visita para a comunicação social à mostra inédita.
'Os quadros [de Victor Willing] são únicos e têm uma presença como se fossem uma pessoa. Têm ali arquitectura, escultura, desenho, tudo', descreveu Paula Rego, ressalvando que apesar de terem trabalhado juntos, são artistas com obras muito diferentes.
'Eu tentava fazer como ele, tentava aprender, mas não conseguia. Eu não sou pintora. Faço desenhos, faço bonecos. Interessa-me mais a história', comentou Paula Rego, 75 anos, uma das artistas portuguesas mais conceituadas internacionalmente.
Entre 1957 e 1962, Paula Rego e o marido viveram na Ericeira, e nos anos seguintes, até 1974, com estadias em Londres. Em 1966 foi-lhe diagnosticada esclerose múltipla, uma doença que afectaria muito a vida do artista, mas, segundo Paula Rego, 'trabalhou sempre, até morrer'.
'Nos últimos anos já trabalhava deitado. Uma modelo segurava-lhe o quadro à frente e ele pintava', recordou, apontando as telas inéditas sobre cabeças de mulheres que estão expostos na primeira sala da retrospectiva que lhe é dedicada.
Amigos e amigas online foi uma grande festança....
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Hoje é dia de S. Martinho...
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Hoje fui a Oeiras e passei pela igreja de Nª. Srª. da Purificação.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Nunca vos tinha falado da Bela.
Ontem uma amiga veio cá a casa e conversámos até às quatro da manhã.
(...)Há uma primavera em cada vida:
é preciso cantá-la assim florida,
pois se Deus nos deu voz foi prá cantar
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
que seja minha noite uma alvorada,
que me saiba perder…prá me encontrar…