domingo, 9 de agosto de 2009

Um momento de pausa junto ao Pushkin e a sua mulher (Parte V)



Este é um momento de pausa junto à estátua de Pushkin, poeta nascido em São Petersburgo e sua mulher Natalya Goncharova, com quem se casou em 1831. Ele foi um grande escritor, mas era muito mulherengo, até que um dia se apaixonou pela mulher mais bela da Rússia, a tal Natalya. Em 1837, recebeu uma carta do Clube dos «maridos enganados» dizendo que sua mulher começara um escandaloso caso extra-conjugal, Pushkin desafiou o dito amante, Georges dAnthés, para um duelo. Mortalmente ferido em conseqüência deste, Pushkin faleceria dois dias depois. Que estupidez, assim se perdeu um belo poeta e escritor.
Por causa de seus ideais políticos liberais e sua influência sobre gerações de rebeldes russos, Pushkin foi considerado como opositor da literatura e da cultura burguesas e um antecessor da literatura e da poesia soviética.


"O gato que outrora fui, o mesmo ainda serei: leviano, ardente" — Pushkin — (1799-1837)

2 comentários:

coraçãodemaçã disse...

Olá Anad
Que excelente ideia essa do clube...
Deveríamos criar um grémio idêntico mas no feminino...embora eu não me possa queixar visto não ser casada.
Beijos
Dri

R. Rudoisxis disse...

Sorri e pensei........
valeu a pena? Claro que sim.
Natalya, perpetuou a sua beleza eternizada no bronze.
Quanto a Pushkin, nada a dizer. Justificar o injustificável de nada vale.Imortalizou-se também.